DIY: CORROENDO A PCI DO MÓDULO ISOLADOR ÓPTICO NA SOLUÇÃO DE PERCLORETO DE FERRO

PCI Módulo Isolador Óptico - Processo Térmico

 

Fala Pessoal! Como Estão?! Tudo Bom 😉 

 

Hoje, neste artigo vamos ser bem específicos e vamos falar sobre o Processo de Confecção e Corrosão da nossa plaquinha, nosso módulo Isolador Óptico, MAS desta vez, utilizando o Processo Térmico para produzir a PCI e não o método fotográfico que tantas vezes utilizamos por aqui!  💡 

INICIANDO O PROCESSO DE CONFECÇÃO DA PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO:

Então Pessoal, para conseguirmos levar este projeto adiante, necessitaremos de alguns “elementos” importantes, que são basicamente estes:

Folha de Papel Térmico (adquirimos no Aliexpress) ou Folha de Etiqueta (Pimaco) “mas sem a etiqueta“!  🙄 

– Impressora Laser Monocromática (utilizamos uma SAMSUNG modelo M2020)

Plastificadora A4 (utilizamos uma MENNO modelo 2401)

Fita Crepe (utilizamos uma de confiança 3M)

Circuito pronto para ser "laminado" na Plastificadora Térmica

Circuito pronto para ser “passado/laminado” na Plastificadora Térmica

Circuito pronto para ser "laminado" na Plastificadora Térmica

A Plastificadora utilizada no Processo Térmico – MENNO 2401

SEGUINDO COM O PROCESSO DE CONFECÇÃO DA PCI VIA PROCESSO TÉRMICO:

Bom Pessoal, para darmos continuidade, nada melhor que assistirmos ao video próprio deste processo de confecção de PCI via processo térmico E utilizando pela primeira vez (sim, primeira vez pessoal  😕 ) a Plastificadora MENNO 2401 para “passar” a PCI (e neste processo, “desgarrar” o tonner do papel térmico/etiqueta e “transferi-lo” para a placa de fenolite em seu lado cobreado). Vejam a seguir:

PROCESSO TÉRMICO FINALIZADO?! BELEZA! ENTÃO HORA DE CORROER A PLACA NA SOLUÇÃO DE PERCLORETO DE FERRO “envelhecida”  😆 :

 

ENTÃO, NOSSAS CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE O PROCESSO E O ASPECTO FINAL DA PCI:
PCI Módulo Isolador Óptico "Finalizada"

PCI Módulo Isolador Óptico “Finalizada”

 

Bom Pessoal, vocês que chegaram até aqui, depois de assistirem aos videos acima, devem estar se perguntando: mas e aí Rodrigo, a placa ficou “inutilizada” por ter apresentado aquelas “falhas” no cobre corroído?!

Pessoal, minha resposta definitivamente é não.  🙂  A placa ainda que tenha ficado com a aparência que ficou, é seguramente utilizável e com certeza prestará um serviço com segurança. Para garantirmos isso, basta estanhar as partes, trilhas que por ventura estejam com aparência “porosa“, desta forma o estanho derretido vai como “untar” a trilha/camada e garantir total condutibilidade elétrica (e ainda garantindo menor grau de resistência Ω neste condutor).

Espero que este post tenha sido útil ou que venha a ser para Todos nós Makers Eletrônicos!  😎 

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Abração Pessoal!

 

Rodrigo Costa
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